segunda-feira, 6 de julho de 2009

A melhor estória da história deste blog!

Pois é, tudo começou por uma noitada que durou das 20h de sábado até às 4h da madrugada de Domingo. Até aqui tudo bem, não fosse eu ter acordado às 9h da manhã com um barulho extremamente incomodativo na minha orelha. [Tenho um amigo que ficou com um zumbido crónico após uma noitada e por isso pensei… pronto, lá se foram as idas para a night, a minha carreira de DJ… enfim…] Fiquei alarmadíssima pois o barulho não me largava – ia e vinha, ia e vinha... Não fui ao hospital porque pensei que uma noite bem dormida seria o suficiente para pôr o ouvido a funcionar bem outra vez. Lá passei todo o Domingo a pensar nas mais diversas teorias, pesquisei no Google, basicamente – e durante a noite de Domingo, visto que não havia forma de dormir com o chinfrim - auto-diagnostiquei-me com uma forma esquisita de cancro que me poderia estar a esmagar o cerebelo ou coisa que o valha e provocar-me alucinações… auditivas.

Hoje (2ª feira) logo pela manhã testei as minhas capacidades de Alemão e marquei uma consulta com a minha médica… às 8 e 20 lá vou eu… já a preparar-me para uma consulta de otorrino e audiogramas e perda de audição e tudo mais…

Resumindo… uma seringa e meio litro de água depois (quem diria que o ouvido tem uma capacidade tão grande) lá saiu o filho da mãe do bicho. O sacana estava vivinho da silva a escarafunchar o meu ouvido.

Sim, morreu.. Afogadinho! E bem feita! E não, não tenho medo da Greenpeace. (Trouxe-o para casa – se as pessoas trazem as  pedras dos rins também eu posso trazer o meu parasita, não?)

Aqui fica uma foto do dito…

 DSC03814

Já tinha lido que durante um ano ingerimos o equivalente a um quilinho de… merda… e que durante a vida comemos não sei quantas aranhas durante o sono… será que com este se esgota a minha dose anual de insectos? (pelo menos no ouvido, assim espero!)

Um beijo com saudades…

1 comentário:

Pascoal, o Caribenho disse...

LINDO!!! Que todos os cancros fossem de tão fácil excisão. Vais meter o bicho num frasquinho com formol, para mais tarde recordar?

Gostei do pormenor da foto com o dedo, para termos noção da escala... mesmo coisa de cientista maluca!